terça-feira, 20 de dezembro de 2011

E eu me pergunto o que é que eu sou, vai ver eu não sou mesmo nada. E eu me pergunto o que é que eu fiz, vai ver eu não fiz mesmo nada. Eu penso tanto em desistir, mas afinal, não ganhei nada. Ando mais confusa que qualquer coisa confusa. Mas estou bem, estou muito bem.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Trabalhei muito hoje, senhor. Fui dormir 1h e acordei 7h. Fui fotografar a formatura da minha sobrinha enquanto os amiguinhos delas e os familiares davam em cima de mim. Ok. Fui pra casa da minha irmã, comi, dormi, acordei, desenhei, rabisquei muito, comi, comi, comi. Dividi coca gelada com meu cunhado e fiquei bem feliz com isso. Tirei mais fotos. 400 fotos de hoje. Meu cunhado fez churrasco na ~varandona~ hahaha A gente comeu bastante e tomamos muuuuuuuita coca gelada com limão. Minha vó estava bem cheirosa. Brigas entre Davi e Isabela como sempre. A novela das 21h tinha mais putaria do que nunca HDIUASHDOIUSAHUI Depois vim pra casa de salto de bolinhas e vestido preto, do jeito que comecei o dia. Estou aqui escrevendo antes que vire o dia novamente, só falta 10 minutos. Já posto ''o que tem pra hoje.''
Mas você já vai? Fica mais.
Eu nunca gostei da hora de dar tchau, com ninguém, pra ninguém, no ifs and buts.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Daiane Bernardo disse (23:24)
eu não explico
eu só sinto e fim
 
Natan Henrique diz (23:25)
é isso ai
simples assim (:

Well,well.. Acordei com meus pais me chamando, pra variar. E lá vem a Larissa, toda de preto descrevendo minha cara de enterro. Foi embora e eu continuei com as minhas contas. Quase enlouqueci com elas.. Mas. Minha irmã me ligou e deixou as crianças aqui em casa, com a minha vó. Continuei com as contas. Minhas mãe chegou, pedi que fizesse a comida e fui tomar banho. Uma hora e meia de banho, podem me culpar pelo fim da água. Deixe me ver.. Comi, fiquei observando a sacada. E como estava linda. Aquela cortina ventando, o vento fazendo seu papel, sendo ele mesmo (o que eu tanto gosto), e o som das folhas das árvores no encontro do vento e das acerolas. Todos foram embora me vendo apreciar aquilo. Mas que beleza. Fiz mais um tanto de contas, me troquei e fui pro curso. Até o mercado com a minha mãe e continuei sozinha. Meus sobrinhos acenaram da sacada. Eu respondi e continuei andando. Fui pro curso, terminei aquelas malditas contas, fiz correções de outras, peguei a lição e fui pra casa da minha vó. Meus pais estavam lá e ah, vamos pular isso. Meu vô não está muito bem, e isso me deixa abalada. Não estou sendo natural hoje, e nenhum outro dia por perto. Artificial e tentando falar o menos possível. Fiquei lá e rabisquei outro desses meros desenhos tão belos. Ou não. Cheguei em casa e já fui pra casa da Larissa. Terminei meus desenhos enquanto conversamos e voltei pra casa enquanto ela e o seu irmão brigavam. Achei que fosse dormir. Estou aqui. Estou pensando em começar o próximo dia, ou seja daqui à 34 minutos, com algo produtivo e ir dormir. Talvez.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Quase ~vagabundeei~ o dia todo, mas no. Acordei tarde, procurei uma blusa indie e não achei. Minha mãe chegou e achou. Como sempre e pra variar. Depois fui almoçar na minha irmã e minhas tias do Paraná estavam lá. Eu gosto muito de uma delas, que me lembra muito a Ruama também. A personalidade, claro. Depois fui pro curso e passei um calor desgraçado na rua. Quase discuti com a minha mãe mas por sorte, não. Cheguei em casa, arranquei a roupa, rabisquei e a Larissa veio pra cá. Logo, ficamos lá fora. Eu de vestido, descalça e tentando fazer que as conversas fossem ''o mais cabeça possível''. Percebemos que quando eu fizer 16 (ganharei a chave do apt. da praia) e a Larissa fizer 18 (ganhará um carro) teremos muitas coisas pra se distrair. Ficamos com muita vontade de sair, dar uma volta. Aí o pai dela nos chamou pra ir ao shopping. Fomos, comemos, ela comprou bastante coisa e fomos a Paulo Faccini. Estava linda, toda gringa, iluminada. Voltamos pra casa e ao atravessar a rua eu fiquei um pouco molhada de chuva. Pra chegar até em casa correndo eu fiquei mais ainda. Isso é bom porque eu estava querendo a muito tempo tomar chuva. Cheguei em casa e arranquei a roupa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Olá dadi, você quer bailar?
Não quer conversar?
Não sabe o que quer e ainda insiste em tentar?
Vou despejar minhas alvas palavras em teus ouvidos e espero que reaja positivamente.
Pois bem, acho que começar pelo que é possível ser compreendido é o mais apropriado agora.
Tenho passado por dias bons, com pessoas que me deixam instantaneamente bem e me interessado pela cultura que determinadas pessoas carregam. 
Eu realmente espero que não ouça tudo com clareza, que ''tudo'' não seja totalmente compreendido em tua mente.
Preciso falar como tenho andado... Por onde Sofia faz a curva, por onde passam as vontades efêmeras de te ver.
Eu tenho carregado o pensamento da tua desilusão sobre meu coração. Dói demais saber que daqui uns dias irei lhe ferir, e depois de tantos outros dias me ferir e continuar fazendo isso automaticamente por todos os outros tantos dias.
Pra quem dizia que esse próximo ''ano'' começaria bem, você está indo extremamente mal.
Porque se machuca tanto, hein Sofia? Eu sei que exatamente agora você irá notar a minha troca. Às fico com vontade de tirar a dor do peito de quem ama e queimá-la. Mas eu fui moldada a não ligar para os sentimentos alheios, não dar importância para você. E te peço agora, moço, pra que continue olhando por mim, me vigiando e apreciando cada traço de minha face até o dia de amanhã.. Onde partirei desse mundo para outro.
Eu queria ''me fiar na solidão'', pra ver se ela ''instrui os sentidos'' de verdade.
Não deixe que minhas palavras cresçam.
E depois de tanto tempo..

eu não entendo e não aceito como as coisas podem ser assim.
um dia feliz e 10 tristes.
10 felizes e um triste.
queria um concordância para isso tudo
uma razão pra continuar bem
uma razão pra continuar mal
o que percebo no final
é que nada é concreto.
tudo está em constante mudança.
e nada muda.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Quando os paramédicos chegassem e os bombeiros retirassem nossos corpos do Leblon. A gente ia para o necrotério ficar brincando de sério deitadinhos no bem-bom. Cada um feito um, picolé. Com a mesma etiqueta no pé. Na autópsia daria pra ver.. Como eu, só morri por você.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Então, novamente passo pela mesma situação diária.
Mesmo que me provem ao contrário, quero continuar acreditando nas minhas falsas ilusões.
Em tudo que crio ou deixo de criar.
Sempre nada, nada, nada e nada.
E em novos parágrafos volto a pedir por vida.
Volto a pedir que me façam correr.
Mas como ainda acredito?
Como isso tudo pode voltar acontecer?
Sempre, sempre, sempre e sempre assim.
Volto a falar da neurose em mim.
Volto falar do meu maior querer em não ter apetite,
Em não ter vontade de correr,
Em não querer aprender a amar,
Em não saber que já sei rezar.
No one cares.

domingo, 25 de setembro de 2011

Por mim eu posso andar sozinha, posso andar com um bando de massa... Não fará diferença.
Eu tenho uma simples e clara concepção sobre gostar dos meus pensamentos limpos.
Coisa, que a sociedade ambulante ao redor não me deixa ser e fazer, e atrapalham com buzinas de coisas inúteis meus pensamentos.
Gosto de ser sozinha, somente eu, minha alma, meu coração, meus orgãos e membros.. Meus pensamentos.
Por que as pessoas que invento para um dia estarem ao meu lado não existem.. Ou não estão.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Já não sei mais se lhe avisei,
Mas gostaria por um tanto,
Que não voltastes mais a ser a enorme razão de meu pranto.


Já não sei mais onde minha alma anda,
Por onde ela brilha, canta e dança.
Por que o senhor não me deixa em paz?
Eu gostaria de me tornar um belo rapaz.


Paz, paz..
Só não fale comigo.
Não me chame de amigo.


Como rejeitar essa presença tão incerta? 
Não sei se me faz bem ou mal.
Ao mesmo tempo que me inspiras,
Me causa raiva, ódio e dor.
Fiques longe, por favor.


Vou contar até três.
Quando abrir os meus olhos,
Gostaria que por um instante, 
Nem que sejas milésimos de segundos,
Você se tornasse uma antiga estante.


Não daquelas que guardo meus livros, poesias e romances.
Daquelas apodrecidas, inúteis, sujas e indispensáveis. 
Solte minha mão por um momento.
Não quero voar,
Muito menos aterrissar.
Mas quero distância, um fluxo singelo e fino sobre o ar.
Onde eu possa me deitar.


Já lhes disse sim.
E por tantas e tantas vezes,
Eu lhe pedi em meu pranto.
Me deixes, me deixes em paz.
Me de um tanto de vida,
Um tanto de amor.
Por favor.
Já lhe pedi por tantas e tantas vezes,
Me lembro tão clara e obscuramente...
Olha o que o senhor me faz,
Por favor me deixes em paz.
Não atormente novamente meus pensamentos..
Que deveriam ser tão belos e ricos de bons sentimentos.


Não tornarei a lhe dizer nunca mais,
Onde preciso de ajuda.


Agora me salvo no chão, 
E logo, perderei-me novamente nessa alva ilusão.


Não é disso que preciso.
Não é deste '' seu ombro amigo''.


Não vê que dói?
Não vê quanto isso me corrói?
Não ficas feliz por me fazer arder?
Por ser, sempre e sempre, sobre a razão de escrever...

sábado, 17 de setembro de 2011

No seu vivo olhar,
Que brilha e se modifica,
No seu semblante de vidro,
Que vive em constante retiro.
Um beijo do teu encanto,
Roubei do seu simples canto.
Na lei da viva vida,
Na vida da lei viva.
Insisto no meu choro,
No brilho que tanto escorro,
Nas palavras que jogo fora,
No iluminar de cada aurora. 
Um brilho amarelo, brilha constantemente.
Um sangue vermelho, escorre ardentemente. 
Agora, portanto, consegui o que queria.
Nenhuma flor, mas uma pequena alegria.
Desleixando meu corpo sobre um colchão,
Que voltava minha mente a uma antiga canção.
Não fiques por perto pois bem estou,
Em solidão alguma volto o meu amor.
Que inexistentes ambos fico assim, neutra,
Quando uma nova palavra surge pela caneta.
Poderia estar de mesmo por aqui sozinha, 
Que de mal não me faria tanto.
Me lembrava de momentos sólidos,
Que em líquido me perderia em pranto.
Agora triste estou pelo que fui capaz,
De volta alguma receberei minha paz.
Por um castigo eterno se concretizando,
Resmungo um tanto em pensamento.
Eterno e novo, bom e singelo,
Agora não restou nenhum sentimento.

domingo, 11 de setembro de 2011

She loves you, Yeah Yeah Yeah..
Hoje, eu acordei querendo ser diferente. Acordei querendo ser, e dar, o melhor de mim. Acordei com vontade de agradecer tudo que conheci. Hoje, eu acordei com um pensamento novo. Acordei me olhando no espelho e vendo que não sou aquilo que aparento ser. Acordei sabendo que eu vejo tudo de uma forma diferente todos os dias. Hoje, eu quero ser a pequena dadi de 13 anos atrás. Queria  ainda pensar que as pessoas ao redor não ligam para o que eu visto ou falo. Queria ainda pensar que todos se importam comigo. Mas hoje, hoje eu tenho certeza de que eu cresci, isso pode ser bom ou ruim. Eu só preciso aprender a cuidar e cultivar o que ainda tenho. Fazer crescer, aumentar, e lucrar de alguma forma com isso. Sei que ninguém lê, mas só preciso desabafar.. Escrever me ajuda a organizar essa parte da minha vida, enfim, limpa. 

sábado, 10 de setembro de 2011

Eu amo tudo que se passou, 
pois ele é quem sou.
Amo o que veio e o que virá, 
pois com eles minha dor se passará.
Amo o que sentia e o que sentirei,
no meio desse fluorescente que nada sei.
Depositei minha fortuna de nada em própolis nas mãos de quem não tem amor próprio.
Depositei uma pequena grandeza em mãos alheias.
Deposito sorrisos em livros e filmes marinheiros.
Deposito em você, meu futuro estrangeiro.
Ei, senhor.
Não pare o ônibus!
Me faça correr.
Me faça viver.
Não tenho fome.
Não tenho sede.
Estou seca.
Estou como uma folha de papel mão feita e amaçada, velha e largada.
Estou como uma troca de ar sujo e poluído.
Estou podre, fria.
Se não me obedeceres, 
Se parares este ônibus.
Falecerei.
Seria tão bom se o senhor se importasse com isso.
Sete vezes, tão mal ditas e escritas, eu li seu nome.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Não me fale sobre o tempo,
Aquele site eu já visitei.
Não me fale sobre a vida,
O seu papel já rabisquei.
Não me encontre na avenida,
Por favor, já lhe perdoei.

sábado, 6 de agosto de 2011

Incansavelmente

Não houve nada tão esperado.
Quanto a escolha do teu agrado.
Sei que em teu cinzento coração,
Há correntes de limão.
Daquelas que emagrecem alma.
E rejuvenescem a calma.

Não houve nada tão alagado.
Quanto as lágrimas do teu rancor.
Sei que em tua perfeita mente,
Há correntes que te prendem.
Daquelas que são impossíveis de se libertar.
E desiludem, com ódio, o seu possível andar.

Não houve nada tão rejeitado,
Quantos as minha palavras de amor.
Sei que em algum lugar,
Algo há de se encaixar.
Daquelas vezes que jurei solenemente,
Algo que não cumpri.
Daquelas vezes que repeti de modo incansável,
Algo que aprendi.

Foi assim que começou..

Levei em conta os detalhes.
Mas, não sei se sabes..
Foi assim que me criaram.
Somente disseram:
Dê valor ás pequenas coisas.
Mal sabes,
Não foi assim que escolhi.
Via torneios do dia,
Escolhi talvez, uma menina.
Pureza e inteligência,
É o que pensas?
Comete loucuras a flor da pele.
E a cada segundo, se rejuvenesce. 
Bom dia, malditos, alunos.
Jorrem sangue por tuas veias,
Sintam na pele a dor serena.
Foi assim que começou,
E o nosso amor, só aumentou..

Te conto o meu fim

Posso lhe afirmar..
Estou sentindo meu corpo balançar.
Como um canto,
Na cadeira de balanço.
Estou sorrindo,
Mas com certeza.. 
Não é isso que estou sentindo.
Queria eu, me sentir bem.
Mas meu colega, sou refém.
Aquilo que nos criou,
Aquilo que nos desenhou..
Marcou um fim,
Para acabar com nosso amor.
Se é que me entende,
Não a dentes sorridentes.
Talvez explodiremos, 
Ou ao menos, derreteremos. 
Te conto o meu fim, 
Que não é assim, tão ruim.
Não implorarei por falso amor,
Não tirarei lágrimas, do meu rancor.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A mulher que vende morangos, está fumando.
A menina que entrou na loja, está perambulando.
E a menina que está sorrindo, está chorando.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Olhar para o céu, e ter certeza que seus sonhos se realizarão... Ah! Nada melhor!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Mas continuo aqui..

Cheguei em casa
Foi pior do que imaginava
Paredes frias
Uma voz irritante
E eu ali no canto desfazendo meu semblante


Agora estou exatamente no lugar errado,
Acho que já paguei por todos meus pecados 
Mas continuo aqui..


Vou quebrar a promessa que fiz
Com quem me deu a vida
E quando eu puder 
Vou abrir a porta pra outra saída

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Bela sintonia

Se quer saber, eu estava ali quando os fatos aconteceram.
Eu estava ali quando o rosto e o espelho se perderam.
Olhava pra ele, olhava pra ela.
Há que milhas anda a sintonia bela?
A alma, o olhar, aonde será que tudo vai parar?
Então continuando a andar, voltei a pensar.
Há que milhas anda sintonia bela?
Essa noite eu vou dançar sem você..

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tudo igual,
Tudo tão ireal.

Tudo igual,
Tudo tão intenso e banal.
Arrisquei meu navio, na velha linha mal usada e sem valor. Arrisquei meu navio, no doce encanto do teu amargo amor.
Me perdi por quase um segundo no vermelho da ilusão. Lá, encontrei a minha mais nítida solidão, o meu desespero contráriado por uma simples confusão. Sem tomar em conta os apesares, sofri. Bom, se tivesse não dito o que disse. Sou, me tornei agora um eterno apetite, veloz e quase inacansável.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Estou impedida, às vozes lá fora, a mulher do quarto na frente, e a companhia no meu quarto, não me deixam dormir.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Chorar enquanto deveria sorrir.
Amar mesmo sabendo que o segredo seria ignorar.
Pedir algo por alguém que não merece. 
Vigiar o que e quem está ao teu lado, fazendo teu semblante mudar a cada aurora.
Escolher quando não é hora de decidir.
Dizer adeus para quem você verá amanhã.
Você sentirá o que sinto, logo quando se repousar na escuridão de lágrimas onde finalmente verás, está sozinha, sempre esteve e sempre estará.
No momento que olhares para si mesmo e perceber que está tarde demais para dar valor para algo, perderas tudo.
Cruelmente, tudo.

Sempre em sofrimento meu coração pede aconchego, para uma cama quentinha e longe de desesperos. 

quarta-feira, 22 de junho de 2011

'' Qual é o motivo de estarmos todos aqui vivendo essa desgraça de mundo, que todos só falam que a água vai acabar, guerras, patrimonios, riqueza.
E a felicidade?
Espero todos os dias que alguma coisa vai acontecer no dia seguinte, espero sempre que seja um dia melhor.
Eu fui feliz, e sinto muito a falta disso tudo.
Meu coração não bate forte por alguém, não sintro minhas pernas tremulas e sou muito pela razão, muito mais que pelo coração.
Eu amei, fui amada, mas ele se foi, pra sempre.
E ninguém, nem toda tecnologia do mundo vai trazer ele de volta.
Nada me dá motivos neste momento pra que eu viva.
Estou seca, sem vida, totalmente monótona, uma máquina. Eu quero um sol de verão. ''

sábado, 18 de junho de 2011

Foi difícil pra mim, te reencontrar assim. Mas sabe, você não reparou. Mas eu te vi, eu te encontrei. Resmunguei comigo mesmo por algum tempo, mas depois, implorei para algo tão bom voltar. Sinto falta de algo ser preenchido por aqui. Coisas tão boas que descobri, poucas pessoas boas que conheci. Do jeito que sou, que passei a ser, encontrarei algo por aí, ou por aqui, algum dia.
Bem, não me sinto melhor quando estou vagando por aí. E eu não escrevo melhor quando estou preso no chão. Então não me ensine uma lição pois eu já aprendi. E o sol estará brilhando e minhas crianças queimarão. O coração bate nessa gaiola.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Faz um certo tempo, tentei escrever sobre algo. Tentei escrever sobre isso ou aquilo, considerar coisas pequeninas. E nada. Nada acontece. Enfim, hoje é 15 de junho de 2011, e para variar, fiquei irritada. Frustei em como as pessoas podem ser tão burras e preguiçosas, como são. Me assustei a ponto de achar uma coisa de outra planeta, uma simples palavra, preguiça. Desculpe, pela vontade de mentir, só para não retrucarem. Mentir, pois o mundo não é justo, e ninguém será punido. Não aqui. Me desculpe novamente, mas não aguento mais ouvir a mesma porcaria todos os dias. Porcaria, sim. Tenho dó, e pelo que ouvi, dó é o pior sentimento que você pode sentir de uma criatura. Mas me diga, o que adianta ficar com raiva e puro ódio? No final das contas, acabarei por me destruir, acabar comigo própria. Então, por outros minutos na vida pedi, '' Quando vocês crescerem, estudarem, pesquisarem, ou aprenderem a descobrir, me avisem. Por que não vou tolerar nenhum outro segundo perto disso ''. Acabou por isso, e pelo menos, pude me aliviar de alguns pensamentos. E pronto, aprendi que em certos momentos ficarei sozinha com meu corpo, e unida aos meus sentimentos e aflições. Foi tudo o que restou e acabou. Consegui desabafar, de certa forma, li alguns livros de romance, estudei sobre escritores, minha unha cresceu, perdi aulas de matemática por ficar ensaiando para festa junina, assisti filmes com a Larissa, fiz mapas - algo que me deixa feliz -, e enfim, acontecimentos. 
Não sentir sentimentos, não achar em procurar.
Se você acordar, e não me ver,
Tudo bem, é assim que tem que ser.

terça-feira, 14 de junho de 2011

As coisas precisam melhorar, precisam. Pelo menos, estou vendo uma luz no fim do túnel. Talvez não tão no fim, estão perto de acontecer. Espero que algo aconteça logo, e que assim seja.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Não há madrugada, não há dia, eu estou sempre neste crepúsculo
Na sombra do seu coração.
Tem um barulho de tambor batendo dentro da minha cabeça,
Que começa quando você está por perto.
Às vezes parece que tudo é difícil demais, 
E as coisas dão errado, 
Não importa o que eu faça.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Amor não é um lugar, para ir e vir quando quisermos.
É uma casa que entramos, e nos comprometemos a nunca partir.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

E o rio ficou congelado, 
E nevou no buraco,
E perto do passeio do brilho da lua,
Até a luz da manhã.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Meu bem, eu estou apaixonado por você.
Eu estou tão feliz que você veio aqui, nada vai ser igual agora, estou te dizendo.
Diamantes nunca mentem para mim
Quando o amor se vai, eles brilharão!
E a mensagem vindo de meus olhos,
Diz deixe para lá.

domingo, 24 de abril de 2011

Acabando com maços, corações e as garrafas sem ler contra indicações.
E eu vou esperar por você,
Como se estivesse esperando por uma pedra parar.
Ouvi eles falarem,
Sobre como eu vou te irritar.
Eu estava preso no enigma.
Preso no enigma.
Se você vier..tarde...
É melhor você me dar o que eu quero
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Keep your eye focused this time, keep us in front of your sights. I've waited long for this, now it's our time for bliss, I just hope we have the time. I stand broken, please god hear my cries, he does everytime.
Se amanhã você acordar e não me ver
Tudo bem, é assim que tem que ser.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A arte de questionar.
Qual é a grande construção? Não é a vida um desafio de compreensão? Por que temos que respirar e para que continuar vivendo? Me desafie, me iluda, me destrua. Não é para isso que você vive? Não é esse, um dos teus motivos? Continue correndo, esperando e esperando.. Seja para mim, mais um tormento. Você já é.
Qual é o seu valor? Quanto você custa? Quais são suas razões e seus conceitos para se vender, ou até mesmo se alugar? Para quem e por quem? Dizem que todo mundo tem um preço. Quanto seria, seu nariz, sua perna, seu corpo? Por quanto você se venderia? Por nada? Qual seria a graça de se vender, sem ser por amor? 

domingo, 3 de abril de 2011

Você sabe, sempre soube, muito bem.. Onde é que tudo isso vai parar, não vai parar.

sábado, 2 de abril de 2011

Me peguei atravessando uma rua, em pleno centro, mergulhado em pensamentos. Quase fui atropelado, a orquestra de buzina se infiltrou nos meus tormentos.
Eu já me cansei de tentar, explicar e falar sobre amor.
'' Ele é um super-homem quando a gente precisa e uma criancinha fofa quando a gente também precisa. Meu Deus, agora faço o maior dos esforços do ano: por que cacete deixei de gostar desse cara? Chocolatinhos, vinho, som ambiente, escurinhos. Ele pára o mundo todo, se ajoelha no sofá deixando as mãos no meu colo: “Você não sabe a saudade que eu senti todo esse tempo.” Seus olhos se enchem de lágrima, a música se torna instrumental matando qualquer outra palavra, a cidade não respira, o tempo não existe, a solidão é coisa de gente que mora muito longe dali, minha mente aquieta todos os monstros, as mulheres lindas nas capas das revistas são empilhadas descartavelmente e viram nada, a poluição vira oxigênio puro e cor-de-rosa, o outro homem que é dono sem merecer do meu corpo magoado explode no ar deixando apenas estrelas para iluminar meu recomeço, as dúvidas todas do que fazer pelos próximos mil anos se simplificam porque eu só desejo viver aquele momento, sim, sim, sim, eu quero zerar tudo de antes e de depois e amar esse homem agora, como antes, como nunca. Por que não? " Tati Bernardi.
Mas aí, daqui à uns dias você irá me ligar.. e talvez, pedir pra voltar. Será lamentável. Eu não poderei negar.
Possuo uma grande vontade em mim. Não viver como os outros vivem. Não, não é querer ser diferente. Mas fazer alguma diferença. Não quero viver por viver, e deixar de viver. Eu quero degustar, experimentar, inovar, se atrever, se atirar, se jogar, saborear.. Eu quero morrer com um sorriso estampado no rosto sem saber para onde vou. Quero chegar em certa idade e dizer, eu vivi. E os outros não poderão dizer. Quero passar longe de pessoas que me atrasam. E me adiantar. Quero não me apegar a nada e viver, ser livre. Enquanto outros, ficaram presos no tempo, tentando aprender e descobrir sobre o amor e qualquer outro sentimento. Não quero parar. Não quero estar aqui, no mesmo lugar que você está. Quero chegar antes, começar primeiro, e terminar em paz. No final, eu não sei se tudo dará certo. E na verdade, eu não quero viver como eu quero. Quero que a vida me leve em paz enquanto eu caminho angustiada pelas estradas. Quero que nada que eu queira, dê certo. Quero que o talvez seja mais esperto. Que as atitudes não sejam em vão. Quero sentir um sentimento que não dê para escrever. Quero sentir algum prazer, em poder viver. 
Existem pessoas que não querem nada da vida. Pessoas que não querem seguir padrões e teorias apenas pelo fato da sociedade seguir. Pessoas que se escondem de outras, por não ter coragem de dizer adeus, por ter medo e por dó. Pessoas que não sorriem, não ficam felizes e não sonham. Pessoas que brincam de viver e duvidam da sua própria fé. Existem pessoas que são boas e pacientes. Pessoas que não gostam da luz. Pessoas que querem destruir pessoas boas e pessoas que querem se auto-destruir. Existem pessoas que não são boas e nem más. Pessoas que não gostam de rótulos e nem nada do gênero. Pessoas que gostam de ouvir suas bandas sem ter algum apelido ou separação, apenas por gostar. Existem pessoas que ouvem e vê coisas que talvez, a maioria não vê e não ouve. Pessoas que recebem notícias adiantadas do mundo e enxerga o futuro. Pessoas inteligentes, sinceras, loucas. Existe você. Existe eu. 
Me diz o que fazer para voltar, me diz se dá pra remediar, me diz se há uma solução, me diz se eu devo me enterrar a sete palmos do chão..
Mais uma vez encontro em mim o cheiro que há em teus lençóis. Ilusão, pois sei que não existe algo entre nós. Eu não sei se teus ouvidos estão prontos pra me ouvir, pois não te vejo mais.. Não sei mais como você é.
Quis dizer pra você... Que nada vai fazer voltar, o tempo que eu perdi, tentando te falar.. Que eu não consigo respirar, com medo de chorar de ouvir você falar.
E se quer saber, eu soube antes de você.
Mas acabou e eu não consigo mais ouvir suas palavras. E eu não sei por que nós não nos livramos dessa máscara.
Às vezes fico com saudade, de momentos que eu ainda não vivi. Às vezes pego na vontade,
de sentimentos que eu ainda não senti. 
Te vejo nas paredes dos hotéis, eu vivo interpretando papeis. Às vezes não sei mais quem sou, me deu vontade de voltar.
Pois eu sei, que você quer viver comigo outra vez.
Que você quer viver ao lado meu, até a luz do sol se apagar.
Eu exagero nas palavras,
mas nos meus versos eu só encontro você. Eu sonho só pra te ver. 
É só mais um dia de chuva e eu vou pra redenção. Pois amanhã já vou estar em outro lugar, muito longe daqui, muito longe de ti
.


Cada vez que pisam em você. Quando te humilham e te desprezam em público. Quando te xingam. Quando te impedem  de ver alguém que você gosta e fazer algo que sempre quis ou tem planejado a algum tempo atrás. Quando te criticam. Quando você descobre mentiras e falsidade. Quando pessoas más sorriem pra você. Quando você descobre que tudo começa a ser em vão. Quando você não sabe mais o que fazer, e não sabe em que pensar. Quando tudo começa a desabar. Neste momento, fique forte.
Sabe quando você não quer nada da vida? Só quer sentar e esperar pelo seu amanhã. Sabe quando você está em paz? Quando tudo parece estar indo para frente, com passos certos e verdadeiros. Sabe quando alguém te diz, 'calma, você só vive uma vez.'? 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Se fosse fácil, não teria graça. Sempre terá dor e sofrimento. Mas, no final, você descobrirá que valeu a pena. Ou não. 
Preciso de um tempo, um tempo pra pensar nas coisas que terminaram.. É melhor eu ler nas entrelinhas, caso eu precise disso quando for mais velha.
Eu só quero saber, o porque? O porque? É tão difícil responder?
A dor, que dor? A raiva, que raiva? O ódio, que ódio? A felicidade, que felicidade? O amor, que amor? De quem você está falando? 
Às vezes é um instante, a tarde faz silêncio, o vento sopra a meu favor. Às vezes eu pressinto e é como uma saudade, de um tempo que ainda não passou..
Me traz o seu sossego, atrasa o meu relógio, acalma a minha pressa, me dá sua palavra, sussurra em meu ouvido.. Só o que me interessa.
Quando eu olhar pro lado, eu quero estar cercado, só de quem me interessa.
Não quero saber sobre eu e você, não agora. E nem depois.
nada está igual, mundo irreal.
Como vai você? Eu preciso saber da sua vida, peça a alguém pra me contar sobre o seu dia, anoiteceu e eu preciso só saber... Como vai você? Que já modificou a minha vida, razão de minha paz já esquecida, nem sei se gosto mais de mim ou de você..

quinta-feira, 31 de março de 2011

você só não aprendeu a me chamar..
Oh elise it doesn't matter what you say, I just can't stay here every yesterday, like keep on acting out the same the way we act out, every way to smile forget and make believe we never needed.. any more than this, any more than this.
Oh Elise it doesn't matter what you do, I know I'll never really get inside of you, to make your eyes catch fire, the way they should, the way the blue could pull me in, if they only would, if they only would, at least i'd lose this sense of sensing something else that hides away, from me and you, there're worlds to part, with aching looks, and breaking hearts, and all the prayers your hands can make, Oh I just take as much as you can throw.

Eu preciso começar novamente,

Preciso pedir perdão. Preciso chorar. Preciso esquecer. Preciso superar. Preciso me afastar. Preciso lembrar de memórias apagadas pelo tempo. Preciso amar. Preciso dar valor para muita coisa. Preciso rever meus conceitos. Preciso descobrir respostas para perguntas que não se calam. Preciso de atenção. Preciso de novos olhares. Preciso de mais adrenalina. Preciso de tudo. Preciso de nada.

Já que vai embora,

não olha pra perto, se deita, se joga.
O quão dói, estar perto de alguém você ama e não poder se quer ao menos abraça-la. Eu, infelizmente, conheço essa dor. As vezes, não existe solução. Ou existe, e seria uma grande decisão a tomar. Uma decisão que talvez poucos teriam coragem. Uma decisão que mudaria muita coisa na sua vida. Se afastar. Se afastar de alguém que te faz muito bem por não poder passar tudo o que você sente para ela. Tudo o que talvez mudaria a vida desta pessoa para muito melhor. As vezes eu penso que não vem a minha capacidade, somente a minha idade. Mas, se eu estou certa em alguma coisa eu não sei. Minha opinião, muitas vezes, é diferente das outras. Isso para mim é realmente bom. Bom, somente bom. Mas eu só acho que eu não teria coragem de tomar essa decisão. Neste momento, eu estou sendo um tanto quanto masoquista em não tomar nenhuma atitude em relação a dor. 

e se me perguntarem,

eu digo que não.
Nunca me permiti dizer palavras que eu não gostasse. Nunca me permiti voltar no tempo e fazer tudo novamente. Nunca me permiti escrever sobre algo que talvez ainda não tenha acabado. Não me permiti falar sobre algo que não está definido ainda. Não me permiti falar sobre algo chamado amor. Nem tudo que eu não me permiti eu cumpri. Não tenho tantas possibilidades em transformar tudo que não é perfeito, para mim, em magnífico. Não sou alguém que se queira por todos. Não sou alguém que muita gente gosta. Não sou alguém que você escolheu. Nunca fui. Nunca serei. Mas não, nunca diga nunca novamente. Nunca.
Sabia que eu falo sozinha? Sabia que eu não sou igual? Sabia que você não sabe nada sobre mim? Sabia que todo dia me torno uma pessoa diferente do que eu já fui algum dia? Sabia que eu gosto das mesmas coisas que você? Sabia que fomos feitos um para o outro? Sabia que não podemos continuar permitindo tanta decadência e regresso no mundo? Sabia que eu não sei de nada?
Continuarei morrendo a cada dia que passa. Neste exato momento, chorar é a solução? Nunca sei responder nada. Não sei falar sobre nada. Nada está igual. Nada nunca foi igual. Mudanças? Dizem que são boas. Na minha opinião, que opinião? Existem momentos que eu não sei falar sobre o que eu gosto, quero, posso, vivo, passo, acredito, confio ou algo do tipo. Existem pessoas que eu não consigo me abrir. Quem são? Exatamente eu não sei. Acho que eu não sei de nada, acho que nada sei. Preciso de algo, preciso de alguém. Preciso de tempo, de vida. Preciso precisar descobrir do que eu realmente preciso. 
Ironia é querer o infinito quando precisamos apenas de alguns minutos. Ironia é saber a verdade e continuar sorrindo. Ironia é rir com ódio dentro de si. Ironia, é amar mentindo. Ironia é uma linda mentira. Ironia, pra que ironia?
Quando descubro algo que me machuca, ou corro atrás. Quando nós sabemos que algo nos machuca, nós continuamos correndo. E no final, ninguém percebe o quão elevado é o nosso grau de masoquismo. Conosco.
Eu sinto falta da vida que eu nunca tive. Sinto falta do carinho que eu nunca ganhei. Sinto falta da decoração branca da minha parede. Sinto falta de alguém que nunca esteve presente. 
E agora é tarde, acordo tarde,
Do meu lado alguém que eu não conhecia,
Outra criança adulterada,
Pelos anos que a pintura escondia.

a cruz e a espada - rpm.
nada irá mudar o meu mundo.
Porque eu só canto só,
E o meu canto é a minha solidão,
É a minha salvação.

cazuza- quando eu estiver cantando.

quarta-feira, 30 de março de 2011

algumas pessoas pensam que estão sempre certas.
Mãos tenebrosas e frias sobre algum corpo caloroso e completamente feito sobre puro prazer, se unem no final.
Provoquei milhões de pessoas com as canções mais quentes e nervosas que hão de ouvir.
Mas de verdade, não sei se realmente provoquei alguma criatura sem ser a minha.
Não gostar e se calar. Deveria ser uma das leias mais importantes. 
Engraçado como muito gente é inocente. Como não sabem distinguir a ironia da verdade e da opinião. Engraçado como vivemos em escalas de decadência. Engraçado como a escuridão pode ser fascinante, obscura e ter o poder de curar mágoas e resolver questões e perguntas inquietantes. Engraçado como nada disso é engraçado. Não pra mim.
me conte, qual é a mentira da vez?
só queria te avisar, você só vive uma vez.
não perca tempo brigando, 
não perca tempo com assuntos fúteis e pessoas inúteis.
gente que te atrasa, 
gente que te machuca,
gente que não te quer bem.
deixe passar ou deixe ficar.
não ouse ao menos se machucar.
não ouse.
só quero te avisar, você só vive uma vez.
estou em algum cômodo,
em alguma casa abandonada,
no meio de uma cidade,
sombria e enevoada.
não sei qual é o determinado andar,
não sei se realmente estou aqui,
não me pergunte sobre isso,
não me pergunta sobre nada.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Não vamos ser adolescentes para sempre, não vamos ser adolescentes para sempre. Mais bem que poderiamos tentar sermos adolescentes para sempre.
Ninguém faz idéia dos montros que possuem dentro de si, mais se descobrissem, teriam mais medo de si próprio, do que de qualquer outra coisa. Como eu descobri? Eu não sei. Estou só deduzindo mais uma coisa que passa pela minha mente, obviamente fértil e muito tosca.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

'' [...] na avenida de sonhos destruídos. ''
Bom mesmo, é sentir na pele á emoção da morte.
E quem disse que eu ligo? Ninguém me conheçe. Não sabem de onde vim e pra onde vou. Futuro incerto com emoções baratas.
Dead memories for me.
Poder de adivinhar? Será?
Quando chegar, vou absorver todo o poder de autodestruição e me acabar com você.
Sinto cheiro de perfume no ar, algo que tú me trouxe, são memórias, memórias mortas e inacabavéis. Coisas inacreditavéis, que corroerão teu coração.
Chegando e arrancando tudo.
Amamos errado, trazer o passado não acabado.
Dizem que ninguém é feliz sozinho. Mas dizem. Vai de você, querer aceitar ou não.
Ser feliz não é sorrir.
Escrevo sem pensar, tudo o que vem na minha mente e que não quer calar.
Enigmas da vida, vemos e não pensamos o que podem ser, não ligamos.
Eu inalava feliz, seu perfume.
Faz três horas ou mais, pra mim tanto faz, se a Terra parou.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Já tentei fazer com que você voltasse, também já tentei sozinho encontrar a solução, pra acabar com essa dor que hoje assola o meu coração.
Comovente, como á tua falta de irônia me comove. Ela consegue chegar no mais profundo da minha alma e despertar todo o meu ódio. Se você não quer me provocar, não conseguiu. A tua face me tira o sono, me provoca de tal maneira. Não posso descontar, não tem como contar, impossível me descontrolar.
Quem você é? Nunca descobrirá.
Não estão chegando nem perto do abismo sentimental.