sábado, 6 de agosto de 2011

Te conto o meu fim

Posso lhe afirmar..
Estou sentindo meu corpo balançar.
Como um canto,
Na cadeira de balanço.
Estou sorrindo,
Mas com certeza.. 
Não é isso que estou sentindo.
Queria eu, me sentir bem.
Mas meu colega, sou refém.
Aquilo que nos criou,
Aquilo que nos desenhou..
Marcou um fim,
Para acabar com nosso amor.
Se é que me entende,
Não a dentes sorridentes.
Talvez explodiremos, 
Ou ao menos, derreteremos. 
Te conto o meu fim, 
Que não é assim, tão ruim.
Não implorarei por falso amor,
Não tirarei lágrimas, do meu rancor.

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