Então, novamente passo pela mesma situação diária.
Mesmo que me provem ao contrário, quero continuar acreditando nas minhas falsas ilusões.
Em tudo que crio ou deixo de criar.
Sempre nada, nada, nada e nada.
E em novos parágrafos volto a pedir por vida.
Volto a pedir que me façam correr.
Mas como ainda acredito?
Como isso tudo pode voltar acontecer?
Sempre, sempre, sempre e sempre assim.
Volto a falar da neurose em mim.
Volto falar do meu maior querer em não ter apetite,
Em não ter vontade de correr,
Em não querer aprender a amar,
Em não saber que já sei rezar.
No one cares.
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