Olá dadi, você quer bailar?
Não quer conversar?
Não sabe o que quer e ainda insiste em tentar?
Vou despejar minhas alvas palavras em teus ouvidos e espero que reaja positivamente.
Pois bem, acho que começar pelo que é possível ser compreendido é o mais apropriado agora.
Tenho passado por dias bons, com pessoas que me deixam instantaneamente bem e me interessado pela cultura que determinadas pessoas carregam.
Eu realmente espero que não ouça tudo com clareza, que ''tudo'' não seja totalmente compreendido em tua mente.
Preciso falar como tenho andado... Por onde Sofia faz a curva, por onde passam as vontades efêmeras de te ver.
Eu tenho carregado o pensamento da tua desilusão sobre meu coração. Dói demais saber que daqui uns dias irei lhe ferir, e depois de tantos outros dias me ferir e continuar fazendo isso automaticamente por todos os outros tantos dias.
Pra quem dizia que esse próximo ''ano'' começaria bem, você está indo extremamente mal.
Porque se machuca tanto, hein Sofia? Eu sei que exatamente agora você irá notar a minha troca. Às fico com vontade de tirar a dor do peito de quem ama e queimá-la. Mas eu fui moldada a não ligar para os sentimentos alheios, não dar importância para você. E te peço agora, moço, pra que continue olhando por mim, me vigiando e apreciando cada traço de minha face até o dia de amanhã.. Onde partirei desse mundo para outro.
Eu queria ''me fiar na solidão'', pra ver se ela ''instrui os sentidos'' de verdade.
Não deixe que minhas palavras cresçam.
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