Não houve nada tão esperado.
Quanto a escolha do teu agrado.
Sei que em teu cinzento coração,
Há correntes de limão.
Daquelas que emagrecem alma.
E rejuvenescem a calma.
Não houve nada tão alagado.
Quanto as lágrimas do teu rancor.
Sei que em tua perfeita mente,
Há correntes que te prendem.
Daquelas que são impossíveis de se libertar.
E desiludem, com ódio, o seu possível andar.
Não houve nada tão rejeitado,
Quantos as minha palavras de amor.
Sei que em algum lugar,
Algo há de se encaixar.
Daquelas vezes que jurei solenemente,
Algo que não cumpri.
Daquelas vezes que repeti de modo incansável,
Algo que aprendi.
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