As marteladas do apartamento de cima conseguem soar como batidas na porta. Mas não de leve, brutas. Quando esperamos por algo que não sabemos, e esse algo é somente alguém. Sim, alguém. Alguém que nos quer, mas já não o queremos. Na verdade queremos, mas fingimos que não. Como se ninguém fosse descobrir toda essa farsa...
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