Da voz que chora,
De quem cala a alma.
Do sangue vermelho e borrado,
De quem sente dor.
Do ódio ao amor.
Do olhar cansado,
De quem não vê o mundo.
Daquelas coisas que ferem no fundo.
Que matam parte por parte.
Que destroem no combate.
De quem não vê, não sente e não ama.
Do meu preferir o cobertor do que o lençol sobre a cama.
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