quarta-feira, 22 de junho de 2011

'' Qual é o motivo de estarmos todos aqui vivendo essa desgraça de mundo, que todos só falam que a água vai acabar, guerras, patrimonios, riqueza.
E a felicidade?
Espero todos os dias que alguma coisa vai acontecer no dia seguinte, espero sempre que seja um dia melhor.
Eu fui feliz, e sinto muito a falta disso tudo.
Meu coração não bate forte por alguém, não sintro minhas pernas tremulas e sou muito pela razão, muito mais que pelo coração.
Eu amei, fui amada, mas ele se foi, pra sempre.
E ninguém, nem toda tecnologia do mundo vai trazer ele de volta.
Nada me dá motivos neste momento pra que eu viva.
Estou seca, sem vida, totalmente monótona, uma máquina. Eu quero um sol de verão. ''

sábado, 18 de junho de 2011

Foi difícil pra mim, te reencontrar assim. Mas sabe, você não reparou. Mas eu te vi, eu te encontrei. Resmunguei comigo mesmo por algum tempo, mas depois, implorei para algo tão bom voltar. Sinto falta de algo ser preenchido por aqui. Coisas tão boas que descobri, poucas pessoas boas que conheci. Do jeito que sou, que passei a ser, encontrarei algo por aí, ou por aqui, algum dia.
Bem, não me sinto melhor quando estou vagando por aí. E eu não escrevo melhor quando estou preso no chão. Então não me ensine uma lição pois eu já aprendi. E o sol estará brilhando e minhas crianças queimarão. O coração bate nessa gaiola.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Faz um certo tempo, tentei escrever sobre algo. Tentei escrever sobre isso ou aquilo, considerar coisas pequeninas. E nada. Nada acontece. Enfim, hoje é 15 de junho de 2011, e para variar, fiquei irritada. Frustei em como as pessoas podem ser tão burras e preguiçosas, como são. Me assustei a ponto de achar uma coisa de outra planeta, uma simples palavra, preguiça. Desculpe, pela vontade de mentir, só para não retrucarem. Mentir, pois o mundo não é justo, e ninguém será punido. Não aqui. Me desculpe novamente, mas não aguento mais ouvir a mesma porcaria todos os dias. Porcaria, sim. Tenho dó, e pelo que ouvi, dó é o pior sentimento que você pode sentir de uma criatura. Mas me diga, o que adianta ficar com raiva e puro ódio? No final das contas, acabarei por me destruir, acabar comigo própria. Então, por outros minutos na vida pedi, '' Quando vocês crescerem, estudarem, pesquisarem, ou aprenderem a descobrir, me avisem. Por que não vou tolerar nenhum outro segundo perto disso ''. Acabou por isso, e pelo menos, pude me aliviar de alguns pensamentos. E pronto, aprendi que em certos momentos ficarei sozinha com meu corpo, e unida aos meus sentimentos e aflições. Foi tudo o que restou e acabou. Consegui desabafar, de certa forma, li alguns livros de romance, estudei sobre escritores, minha unha cresceu, perdi aulas de matemática por ficar ensaiando para festa junina, assisti filmes com a Larissa, fiz mapas - algo que me deixa feliz -, e enfim, acontecimentos. 
Não sentir sentimentos, não achar em procurar.
Se você acordar, e não me ver,
Tudo bem, é assim que tem que ser.

terça-feira, 14 de junho de 2011

As coisas precisam melhorar, precisam. Pelo menos, estou vendo uma luz no fim do túnel. Talvez não tão no fim, estão perto de acontecer. Espero que algo aconteça logo, e que assim seja.